O que pensam os empreendedores

“Queremos formar o menino como um cidadão. Se virar talento no futebol, maravilhoso para o Olé e para o menino; mas se não pelo menos durante esse período que esteve com a agente ele estudou numa escola de alto nível, teve plano de saúde, assistente social...Estamos procurando fazer esse trabalho da melhor maneira possível; não é balela não, papo-furado pra trazer criança não”
 
Eduardo Zanello, sobre a seriedade do trabalho realizado dentro do Olé Futebol Clube.

 

 

“Meu pai era mais conservador, costumava dizer que nunca iria quebrar; que nunca gastaria mais do que ganha e jamais entraria num financiamento.  Eu já sou do estilo “louco.”

Aldo Jordão Jr. da A Rádio Luz, ao empreender a Oficina da Luz, fabricante de luminárias técnicas e decorativas.

 

 

 

“Quando abrimos, nosso maior desafio foi a inexperiência em atendimento ao público. Sabíamos da limitação que tínhamos e era difícil administrar a ansiedade na parte da cozinha, onde eu estava, vendo a desorganização lá fora. Mas sabia que podia recuperar isso soltando os produtos sem defeito. Essa era a segurança que tínhamos de que o cliente nos daria uma segunda chance. Quando o cliente reclamava da demora caprichávamos o dobro no prato, dando uma cortesia, fazendo um agrado”

Oswaldo Amaral, recordando os primeiros meses de operação do Mousse Cake Café.

 

  “A Crise só existe quando você não tem coragem de enfrenta e contra toda e qualquer crise só existe uma palavra, uma maneira de resolver: trabalhar dobrado, não existe outra maneira, nada cai do céu”.

José Roberto Lucheta, que já enfrentou diversas crises econômica durante os 20 anos à frente da Madrisa
 

 

 

"Um dia na televisão assisti uma reportagem sobre javalis. Como tínhamos uma fazenda no Pantanal perguntei ao meu cunhado, engenheiro agrônomo, se não daria certo criarmos javalis no Pantanal. Para minha surpresa, ele disse que já até havia uma espécie de porco selvagem na região, o porco Monteiro. Conversando com alguns técnicos decidimos fazer o cruzamento do Javali Francês com o Monteiro Pantanal, nascendo o Javonteiro, marca registrada nossa. O Javonteiro, na época, chamou tanta atenção que o Globo Rural fez uma reportagem na fazenda; a ponto do Presidente Lula provar e prestar depoimento sobre a qualidade da carne do animal",

Cláudio Cinci da Day Distribuidora, contando sobre sua aventura empreendedora  no mercado de suínos, que terminou com o abatimento da vara devido a um doença endêmica na região.

 

 

“Se os comerciantes tiverem a consciência da importância do centro da cidade e valorizarem suas lojas, suas fachadas, se atentando para questões de segurança e limpeza, é possível revitalizar o centro de Ribeirão. Basta ter a consciência!”

Oswaldo Pinto de Carvalho, da Ambiental, empresa responsável pelas reformas da Rodoviária e da Praça da Catedral.

 

 

 

"Pesquisas comprovam que em momentos de recessão as marcas que mantiveram seus investimentos em comuicação foram favorecidas com aumento de market share. Enquanto sua concorrência diminui os investimentos em propaganda e marketing em tempos de crise, aproveite para adequar sua verba ou investir mais."

Luiz Gustavo Villela
Dir. da Jardim Comunicação e Presidente da APP Ribeirão

 

  “Eu tentava vender numa das padarias mais chiques de Ribeirão na época, a Bavaria, mas o dono sempre dizia não. Um dia trouxe uma quantidade de doces a mais e perguntei a ele se não podia guardar por um ou dois dias. Saí de lá, liguei para um primo meu de Ribeirão e pedi para ele ir até a padaria e comprar os doces. Enquanto comprava, um outro cliente pediu a metade dos doces para fazer uma festa. No dia seguinte muitos que foram à festa apareceram na Bavaria querendo os doces. O dono me ligou pedindo mais, aí fiz um charme: ”essa semana não dá”. Depois disso , ele se tornou o meu maior cliente na cidade.”

João Franchini, fundador da Desejo & Sabor, hoje a maior fabricante de doces para festas do Brasil, contando sua estratégia para penetrar no mercado Ribeirão Pretano.

 

 

 “As nossas empresas são muitas vezes falhas em preservar a sua história, o seu passado. Nós tivemos a oportunidade e a felicidade de termos esse material guardado, não apenas fotos mas também máquinas e equipamentos daquela época, como as desnatadeiras. Inclusive um daqueles carrinhos que eram utilizados na distribuição dos produtos nos anos 40, nós estamos restaurando para fazer parte do acervo exposto no museu da Aviação, inaugurado ao lado da sede da empresa.”

Geraldo Rezende Filho, presidente dos Laticínios Aviação, sobre a tradição da empresa em preservar e valorizar as suas raízes.

 

“Me lembro na feira da Associação Brasileira de Franchising em 2005, quando abrimos pro mercado, de um investidor se interessar por um negócio que não tinha loja. E a minha maior conquista era fazer com que um franqueado interessado sonhasse o meu sonho.”

Guilherme Jacob, fundador da Akakia Cosméticos, lembrando do lançamento da marca como franqueadora, que hoje conta com mais de 150 lojas espalhadas pelo país.

 

“Nosso maior desafio no começo é que não tínhamos noção de como funcionava um restaurante e ninguém acreditava que um negócio desses poderia dar certo num bairro residencial, no cruzamento de duas ruas sem saída”.
Sueli e Miriam Yashida, sobre o desafio de abandonarem seus empregos como bancárias para empreenderem o Mirai Japanese Food..

 

 

“Eu prefiro ser um dono modesto de uma empresa rica do que ser um dono rico de uma empresa pobre e falida”.

Dorival Bonamichi, presidente da Ourofino Agronegócio, consciente da necessidade de abrir mão de alguns luxos pessoais em detrimento da saúde financeira da empresa.

 

 

 

“Eu tinha uma pequena loja no prejuízo, precisei abandonar a pediatria para me dedicar ao negócio. Fui desafiado a parar de só ficar apontando os defeitos e a colocar a mão na massa”.

Ricardo Sayon, proprietário da Ri-Happy, a maior rede de lojas de brinquedos do país, sobre a decisão de abandonar sua profissão para se dedicar ao negócio.  

 

 

“A Santa Emília é  uma empresa familiar, mas de gestão altamente profissional. Dr. Rui Flávio Chúfalo Guião e dona Cecília Barros Cruz Guião, meus pais, ao pensarem a chegada da 4ª geração à direção dos negócios da família, definiram critérios bem objetivos – os filhos que quisessem trabalhar na Santa Emília deveriam ter curso superior, passar ao menos um ano vivendo no exterior e atuar cinco anos, no mínimo, em outra empresa.
E foi exatamente isso que aconteceu. Eu e meu irmão Rodrigo Guião passamos pelos Estados Unidos, e o Dado – Luís Eduardo Guião –, viveu um tempo no Japão. E todos atuamos em outras empresas, fora de Ribeirão Preto, até voltar, em meados dos anos 90, para a Santa Emília.
Meus pais agiram assertivamente – e esta deve ser a visão dos três irmãos quando formos preparar a 5ª geração. Uma empresa que não tiver foco estritamente profissional não sobrevive. Todos aprendemos que é necessário separar a empresa da família, distanciar as relações quando o assunto são os negócios sob nossa responsabilidade. Contudo, é justamente a proximidade e o conhecimento entre os irmãos, de mais de 35 anos juntos, que nos faz mais fortes e seguros. Um complementa os outros e todos se auxiliam”.

Rui Flávio Barros Cruz Guião  (Vinho)  -  Grupo Santa Emília

 

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